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6 passos para ajustar a gestão financeira familiar

6 passos para ajustar a gestão financeira familiar

Gestão financeira é uma tarefa complicada para muitos. Isso, independe se está no começo da vida profissional ou próximo da aposentadoria. Mas se controlar as finanças é complicado quando sozinho, imagine quando o assunto é gestão financeira da família?

Numa estatística divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual de famílias endividadas alcançou 61,5%. O número é ainda mais alarmante quando comparado com outro dado: segundo o Banco Central, 62% dos brasileiros são inadimplentes. A inadimplência trata-se apenas de dívidas com atrasos que ultrapassam 90 dias. Afinal, ter contas a pagar e parcelas a vencer é comum. O problema surge quando não pagamos os compromissos.

Controlar receitas, gastos, quanto poupar ou investir, pensando no meio familiar, com membros com prioridades diferentes e em momentos distintos da vida não é fácil. Por estes e outros motivos, a família está mais suscetível a problemas financeiros do que aqueles que não dividem um teto.

Pensando nisso, a Presença separou 6 passos que podem ajudar você a administrar melhor as finanças da sua família, para alcançar seus maiores objetivos e, quem sabe, realizar o sonho daqueles que mais amamos.

 

1- Defina suas metas

É essencial começar identificando o que é mais importante para sua família. A faculdade do filho? A previdência privada? Compra de um imóvel? Independência dos filhos? Abrir um negócio? Os objetivos também podem ser de curto ou médio prazo, ou mais subjetivos, como viver sem se preocupar com finanças, fazer uma pós-graduação, viajar para o exterior todos os anos ou comprar um veículo mais esporte e moderno.

Boa parte dos problemas financeiros familiares ocorre, porque a família pode não saber exatamente o que fazer com o dinheiro e, assim, consumem sem foco. Portanto, ao definir suas metas, pense quanto precisará guardar e por quanto tempo. Seja realista e, caso perceba que conseguirá poupar um pouco mais, tudo bem, mas lembre-se: o importante é obter sucesso nas metas aqui escolhidas – e nas outras que virão após estas.

Pensar e anotar estes objetivos irá deixar todas as próximas etapas mais divertidas, pois terá um horizonte e saberá a razão de eventuais mudanças que surgirão. Reúna-se com sua família nesse momento, para essas decisões, pois todos participarão.

 

2- Identifique suas receitas e despesas

Depois de definir as metas, é hora de colocar no papel toda a renda familiar e despesas da casa.

Comece anotando todas as entradas, como pensão, décimo terceiro, comissões no trabalho, bônus etc. Depois, se atentando aos detalhes, registre as despesas. Aluguel, condomínio, escola das crianças, perua, entre outros. É importante lembrar-se não apenas de gastos diários e mensais, mas também dos sazonais, como IPVA, seguro do carro, seguro da casa, plano de saúde.

Com essas informações anotadas, a tarefa é simples: divida a soma de todos os gastos pela quantidade de meses do ano e compare com os valores da renda familiar. O que sobrar desta conta é aquilo que terá como base para definir o prazo de suas metas.

 

3- Saiba a diferença entre necessidade e vontade - e evite compras impulsivas

Separar o que é necessidade daquilo que é vontade é vital para a boa gestão financeira. A vida social da família traz diversos momentos e situações que nos “obrigam” a gastar mais, como aniversários de crianças (precisa ser o melhor presente?), datas comemorativas, almoços de fim de semana no shopping, churrascos na casa do irmão. Procure evitar ou separar uma quantia para essas ocasiões.
 
As compras impulsivas são outro inimigo da saúde financeira da família. Se puder, procure comprar no momento em que estiver menos estressado e com mais energia. Humor também influencia. Se estiver muito feliz, muito triste ou até com fome, sua chance de exagerar nas compras aumenta consideravelmente. Outra dica é deixar a compra para o dia seguinte. Assim, depois de dormir, pode perceber que não precisava daquela peça no seu guarda-roupa.

 

4- Projete seu orçamento - e gerencie gastos sazonais

Diferente do que a maioria das pessoas pensa, orçamento não significa limitações ou deixar o lazer e a diversão de lado. Orçamento é apenas um plano de gastos, que diz respeito diretamente ao primeiro passo. É aqui que irá mapear todo o caminho que te levará às metas definidas.

Nesta etapa, irá decidir quais despesas podem ser reduzidas ou eliminadas. Por exemplo, diminuir pacote da TV por assinatura (muitas famílias já estão aderindo os serviços de streaming, como Netflix, HBO e Amazon) ou rever a sua conta de celular, por exemplo.

A essa altura, já deverá ter percebido se gasta mais do que recebe. Não desanime se notar que, para realizar a meta, precisará primeiramente resolver algumas pendências. Estude se o orçamento permite alcançar os objetivos ou se precisa de um extra, como freelas ou empregos comissionados. Em casos onde houver mais de uma dívida, analise se vale a pena concentrar em uma, como empréstimo consignado, quem possuem os menores juros. Saber exatamente quanto precisa para quitar suas pendências, além de não correr o risco de esquecer alguma delas é valoroso.

Não se esqueça de poupar para emergências. Elas podem aparecer e atrasar um pouco seus planos, caso não esteja preparado. Dificulte o acesso à poupança. Deixe o cartão em casa ou mesmo quebre-o, para acessá-la apenas indo ao banco.

 

5- Coloque os planos em ação

Pronto, metas definidas, entradas e saídas identificadas. Agora, a situação financeira da sua família está clara e poderá colocar seu plano em ação.

Registre todos os seus gastos numa tabela todo mês, a fim de visualizá-los da melhor maneira. Lembre-se: o dinheiro que guardará em uma conta poupança é uma despesa contínua que abate da renda familiar. Não considere este valor como um bônus “se sobrar, eu deposito”. Liste toda e qualquer renda recebida durante o mês na semana em que a receber. Aos poucos, terá plena noção dos recursos financeiros de sua casa e seu destino.
 
Esporadicamente, procure formas de cortar pequenos custos, como comer fora e outros gastos pessoais desnecessários. Geralmente, estas contas, analisando mensalmente, tem um peso menor, mas ao fim do ano representam grande parte das despesas.

Com o passar do tempo, começará a ver a luz (suas metas) no fim do túnel. Seu sonho começará a ser desenhado.

 

6- Monitore e Reavalie

Separe um tempo para reavaliar, analisar e detectar falhas. Seja disciplinado no preenchimento das informações ou delegue essa tarefa a alguém da família.

Esse é o momento de fazer algumas perguntas. Falta registrar algum gasto? Preciso de um empréstimo? Estou pronto para um novo investimento? Cartão de crédito é a melhor opção? Posso gastar com alguma loucura, agora que está sobrando além do planejado?
 
Por fim, o importante é ter sempre em mente os sonhos e metas definidas lá no início, nos momentos do planejamento e dos ajustes necessários. A ideia destes passos não é limitar os gastos da sua família, mas ajudá-la a sonhar cada vez mais alto.

E aí, pronto para resolver os problemas financeiros da sua família?

 

Fontes: CNC  | Agência BrasilMMC

 

Por: Fagner Franco

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