Notícias interessantes para aposentados e pensionistas do INSS

2016 basket

 

O cérebro daqueles que estão em forma requer menos recursos para completar tarefas.

Exercícios físicos podem ser importantes para manter um cérebro relativamente jovem e ágil à medida que envelhecemos, de acordo com um novo estudo sobre padrões de ativação cerebral em pessoas mais velhas.

Para a maioria de nós, nossos corpos começam a perder flexibilidade e eficiência a partir dos 40 anos. A corrida e outros movimentos ficam mais lentos e se tornam mais desajeitados. O mesmo parece acontecer em nossas cabeças. À medida que a meia-idade chega, nossa maneira de pensar se torna menos eficiente. Não alternamos entre as tarefas mentais tão agilmente como fazíamos nem processamos informações novas com a mesma desenvoltura e clareza.

 

Recentemente, neurocientistas começaram a quantificar como essas mudanças cognitivas acontecem em nossos cérebros, com efeitos perturbadores. Em estudos comparando a ativação cerebral em pessoas jovens com a de quem já passou dos 40 anos, pesquisadores descobriram diferenças notáveis, especialmente entre tarefas mentais que requerem atenção, resolução de problemas, tomada de decisões e outros tipos de raciocínios de alto nível.

 

Esse tipo de pensamento envolve em primeiro lugar a ativação do córtex pré-frontal do cérebro.

Nos jovens, a ativação no córtex durante essas tarefas cognitivas tende a ser altamente localizada. Dependendo do tipo de pensamento, o cérebro das pessoas mais novas se acende exclusivamente na porção direita ou esquerda do córtex pré-frontal.

Mas, nos mais velhos, estudos mostram que a atividade do cérebro durante essas mesmas tarefas mentais requer muito mais poder do órgão. Elas tipicamente mostram atividade nos dois hemisférios de seu córtex pré-frontal. Na verdade, elas precisam de mais recursos do cérebro para completar as mesmas tarefas que pessoas jovens fazem com menos esforço cognitivo.

Os neurocientistas inventaram um acrônimo para esse fenômeno: Harold (sigla em inglês que significa redução da assimetria dos hemisférios em idosos). A maioria acredita que isso representa uma reorganização geral e o enfraquecimento das funções do cérebro, que ocorrem com a idade.

 

Mas os pesquisadores não sabem se esse fenômeno é inevitável no envelhecimento e se poderia ser retardado ou mesmo prevenido com mudanças no estilo de vida.

Essa possibilidade atraiu a atenção de Hideaki Soya, professor de exercícios e neuroendocrinologia na Universidade de Tsukuba, no Japão, que estuda os efeitos da atividade física no cérebro.

Para o novo estudo, que será publicado no mês que vem na "Neuroimage", jornal científico americano, Soya e seus colegas recrutaram 60 homens japoneses, com idade entre 64 e 75 anos, que não apresentavam nenhum sinal de demência ou outro declínio cognitivo sério. Eles testaram a capacidade aeróbica de cada um deles no laboratório.

 

Em um outro dia, colocaram na testa e na cabeça de cada voluntário uma série de pequenos eletrodos. Esses usavam luz infravermelha para destacar o fluxo sanguíneo e a absorção de oxigênio em várias partes do cérebro.

Com os eletrodos no lugar, os voluntários completaram testes computadorizados complexos durante os quais nomes de cores apareciam impressos com uma cor diferente. A palavra azul aparecia em letras amarelas, por exemplo, e os voluntários deviam apertar teclas correspondentes ao nome, mas não à cor.

Esse teste faz demandas consideráveis na atenção e na tomada de decisão da pessoa e, em jovens, foi demonstrado que acende drasticamente o hemisfério esquerdo do córtex pré-frontal.

Mas quando os cientistas examinaram a atividade cerebral desses idosos descobriram que, na maioria, o teste exigiu atividade do hemisfério direito. Eles precisavam de mais contribuição de seus cérebros para completar a tarefa, demonstrando o padrão de atividade de redução na assimetria dos hemisférios.

 

No entanto, os voluntários mais condicionados aerobicamente não seguiram esse padrão. Eles mostraram pouca ou nenhuma ativação no hemisfério direito; precisaram apenas do hemisfério esquerdo para cumprir a tarefa.

Em termos de atenção, em tomada rápida de decisão, seus cérebros trabalharam como aqueles das pessoas mais jovens. Eles também foram mais rápidos e mais precisos na hora de apertar as teclas, indicando que participaram e responderam melhor do que os voluntários menos condicionados fisicamente.

 

No geral, os resultados sugerem que um "condicionamento aeróbico maior está associado a uma função cognitiva melhor". O cérebro de pessoas mais em forma requer menos recursos para completar tarefas do que o de pessoas sedentárias.

O estudo foi apenas de observação e não prova que o condicionamento muda a maneira de pensar, apenas que os mais em forma tinham um padrão de ativação do cérebro diferente.

A pesquisa não observou os hábitos de exercícios, apenas os condicionamentos aeróbicos. "Em geral, as pessoas mais velhas e em forma andam, correm ou fazem exercícios moderados regularmente como nadar", diz Soya. Mas ele e seus colegas não examinaram diretamente se as atividades afetam a ativação do cérebro.

 

O mais importante talvez seja que esse estudo e outros que examinam o fenômeno da redução de assimetria não indicaram que é ele, necessariamente, um precursor de declínio mental. Nenhum dos voluntários de Soya tinha problemas cognitivos, mesmo quando contavam bastante com a assimetria na hora de resolver os testes.

Mas, segundo Soya, os homens menos condicionados tinham cérebros que funcionavam de maneira menos esperta do que aqueles mais em forma, e pode-se esperar que o problema progrida mais rapidamente aumentando as dificuldades com a memória e o pensamento.

"O lado bom das descobertas é que exercícios diários leves, como andar e correr devagar, podem afetar a maneira como o cérebro funciona, assim, a mente de uma pessoa mais velha age como a de uma mais nova", explica.

 

Fonte: UOL

0
0
0
s2smodern

2016 ir

 

O mercado de trabalho passa por uma crise no país. Nos últimos doze meses foram quase um milhão de vagas perdidas, fazendo com que os brasileiros procurem alternativas para não terem a renda drasticamente afetada.

Uma das saídas tem sido virar trabalhador autônomo, sem vínculo empregatício e com o comando das horas de trabalho em suas mãos. Dados do IBGE apontam que, em agosto, 19,8% da população ocupada se encaixou nessa modalidade, o maior volume desde dezembro de 2006, o que equivale a 4,5 milhões de trabalhadores. Em 2014, essa participação era de 19% e, em agosto, de 2013, de 17,9%.

 

Assim como o trabalhador com carteira assinada, o autônomo precisa se programar para ter uma aposentadoria tranquila quando deixar de trabalhar. A assessora de investimento da Praisce Capital, Licelys Marques, afirma que o primeiro passo fazer o recolhimento de INSS para ter uma cobertura mínima por parte do governo.

 

No entanto, como a aposentadoria social não é suficiente para garantir o padrão de vida da maioria das pessoas, é necessário investir uma parte dos ganhos mensais pensando na aposentadoria. "As opções de previdência privada e investimentos em Tesouro Direto, por exemplo, trazem segurança, rentabilidade e podem se tonar uma alternativa de renda extra", diz Licelys .

Os autônomos muitas vezes possuem uma renda que varia mês a mês, o que dificulta o planejamento. Por isso, é importante definir quais são os custos fixos mensais da família e estipular uma quantia para investir. Se em algum mês a renda não for suficiente para fazer o investimento que você estipulou, é possível compensar investindo mais nos meses em que conseguiu acumular mais dinheiro com seu trabalho.

 

Outra dificuldade do autônomo é saber qual valor ele vai precisar acumular para poder se aposentar com tranquilidade. Para isso, identificar todos os gastos mensais por meio de um planejamento adequado também é fundamental. "Com essa definição é possível entender que tipo de aplicação (considerando seu patrimônio e as oscilações do mercado) você terá que fazer para chegar nesse valor", diz Alexandre Faizibaioff, assessor de investimento Compromisso Investimentos.

Licelys Marques concorda e lembra que o ideal é calcular um valor um pouco mais alto do que seu custo de vida atual. "Se hoje o custo de vida está em torno de R$ 5 mil, provavelmente será preciso ter em torno de R$ 6 a R$ 7 mil por mês quando a aposentadoria chegar e assim ter uma folga para as despesas médicas e outras que podem surgir. Muitos pensam que irão gastar menos nesta fase da vida, mas é o contrário. Os idosos estão cada vez mais ativos e é preciso estar preparado para os gastos", afirma.

 

Após o primeiro identificar os gastos e ajustar o orçamento, é necessário avaliar as melhores opções de investimento para o longo prazo. "É preciso entender que não existe milagre. Se o objetivo é ter a mesma renda que agora quando se aposentar, vai ser preciso guardar e investir", afirma Licelys.

 

Segundo Faizibaioff, o investidor deve ter ciência que a sua alocação de recursos vai mudar de acordo com o momento de vida. "Se o autônomo está numa fase em que pode arriscar, quando ainda é novo, não tem família para sustentar, ele pode optar por uma carteira um pouco mais arrojada já que é um dinheiro que ainda vai levar um bom tempo para ser usado", diz.

Com o passar do tempo é preciso reavaliar a carteira com algum frequência e recalcular os pesos de cada aplicação - normalmente, as aplicações de renda variavel perdem espaço à medida que a aposentadoria fica mais próxima. "Ele pode mudar a carteira para algo mais conservador e montar canal de retiradas mensais caso já queira parar de trabalhar. Nessa fase, bons produtos são fundos com liquidez e baixa volatilidade (DI, Renda Fixa e alguns multimercados), alguns papéis de renda fixa também cabem na carteira desde que tenham boa liquidez ou baixa carência. Acho válido também pensar em fundos imobiliários visando a renda mensal que eles podem proporcionar", conclui.

 

Fonte: UOL Economia

0
0
0
s2smodern

2016 comprar

 

Quanto mais o brasileiro migra das compras em lojas físicas para o comércio eletrônico, mais sites são criados com intuitos maliciosos e criminosos. Nesta quarta-feira, a lista do Procon que define os sites não-confiáveis do comércio eletrônico brasileiro chegou a 500 nomes.

 

Chamada de "Evite esses sites", a lista do órgão, vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, classifica empresas "que tiveram reclamações de seus clientes registradas na Fundação, foram notificadas e não responderam ou não foram encontradas, impossibilitando qualquer tentativa de intermediação entre as partes ou abertura de processo administrativo", de acordo com o próprio Procon.

Confira aqui a lista negra do Procon e proteja-se!

Também estão listados sites maliciosos, criados especificamente para roubar dados e dinheiro e não realizam atividades comerciais. De acordo com o órgão, antes de realizar qualquer compra também é importante consultar toda a identificação da loja, além de desconfiar de ofertas vantajosas demais e evitar sites em que as únicas formas de pagamento aceitas são o boleto bancário e/ou depósito em conta.

 

Fonte: UOL Economia

0
0
0
s2smodern

2016 leao

 

A Receita Federal liberou a consulta ao sétimo e último lote de restituições do Imposto de Renda 2015 nesta quarta-feira (9), às 9h.

As restituições de 2.721.019 contribuintes, que totalizam mais de R$ 3,4 bilhões, devem ser pagas na próxima terça-feira (15), conforme o calendário divulgado em abril pela Receita Federal.

Se você ainda não recebeu a restituição e não estiver neste último lote, quer dizer que você é um dos 617.695 contribuintes que caíram na malha fina. Nesse caso, o ideal é se antecipar à intimação da Receita e tentar regularizar sua situação.

 

Restituição do IR

 Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar o site da Receita, pelo http://zip.net/bsn4Jn(URL encurtada e segura), ou ligar para o Receitafone, no número 146. Pelo site, é possível saber se há alguma irregularidade na declaração. Caso haja, o contribuinte pode apresentar uma declaração retificadora e corrigir as inconsistências apontadas pela Receita.

O dinheiro é depositado na agência bancária indicada pelo contribuinte ao fazer a declaração. O valor é corrigido pela Selic (taxa básica de juros), mas, após cair na conta, não recebe nenhuma atualização.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, pelo link fornecido acima.

 

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

 

Consulta ao último lote foi aberta, e, depois, suspensa

Na segunda-feira (7), a reportagem do UOL verificou que a Receita havia liberado a consulta às restituições do último lote por algumas horas, e, depois, suspendido.

A consulta a um CPF específico, pela manhã, retornou a informação de que a restituição havia sido liberada e que o valor seria pago no dia 15. À tarde, ao consultar o mesmo CPF, a informação era que a declaração estava "na base de dados da Receita Federal".

A Receita Federal, por meio de sua assessoria de imprensa, não confirmou se o serviço havia sido liberado por engano e, depois, tirado do ar, nem informou o motivo de a consulta ter sido liberada.

 

Fonte: UOL Economia

 

0
0
0
s2smodern

Fale conosco

4040 4400

Capitais e Regiões Metropolitanas

0800 771 3041

Demais regiões 

11 9 6317 7060

Whatsapp

Qualidade

Atendimento ao cliente:

11 9 6317 7060

Whatsapp

Correspondentes

logo bancos2

REDES SOCIAIS

logo fblogo youtubelogo twitter

 

 

consultecnpj3 

Copie e cole: 07223958000190

Aprovado pela Instrução Normativa RFB nº 1.634, de 06 de maio de 2016. Empresa em conformidade a RESOLUÇÃO Nº 3.954 do BANCO CENTRAL DO BRASIL. 

A Presença jamais solicita depósito em conta corrente, nem mesmo a antecipação de dinheiro em suas operações de crédito.